Aquilo era demais pra mim. Como assim ele talvez voltasse? E o meu coração? E nós? Talvez? Talvez? Não. Eu queria algo concreto. Finalmente a lágrima venceu. Porém, não foi a lágrima; foram as lágrimas. Vi-me chorando como uma criança que perde alguma coisa que gosta, ou quando o pai toma o brinquedo. E chorei, chorei e chorei. E assim como dito, ele foi.
Ele ficou um tempão lá. Não deixou, de modo algum, que a distância nos separasse, como prometido. Falávamo-nos todos os dias, com hora marcada, afinal eram sete horas de diferença de fuso. E o tempo passou, ele continuou lá. Depois de certo tempo ele disse que ia vir passar as férias aqui. Eram as férias de final de série, que lá eram no meio do ano. Seriam dois meses. E eu estava ansiosa para que ele chegasse. Como se já não bastasse a notícia de ele vir, ele me disse também que queria falar alguma coisa comigo. Alguma coisa importante.
Foi um sofrimento. Eu ansiosa pra ele chegar e com medo do que ele queria falar. Então ele veio. E ele falou comigo. E foi uma coisa meio que inesperada. Ele me pediu em namoro. Nós já sabíamos que só duraria dois meses. Mas mesmo assim, meu coração pedia por aquilo. Era como se fosse atração magnética. E eu, é claro, aceitei.
Foram dois meses incríveis. Com direito a piquenique no final da tarde e deitar no telhado para ver as estrelas a noite. Parecia coisa de filme. Foi mais que bom. Chegamos até a gravar nossas iniciais numa árvore. Porém, os dois meses passaram. Nós já sabíamos que isso ia chegar. E finalmente, inacreditavelmente, dolorosamente, esse dia chegou. Conclusão? Não conseguimos terminar. E assim foi.
Namoramos a distância mesmo. Amávamo-nos cada dia mais intensamente, mais profundamente. É, eu sei que era uma loucura. Mas era a nossa loucura. Nada mais importava. Somente um ao outro. Ficamos um ano e meio com essa loucura. Viajamos juntos, estávamos sempre juntos quando podíamos, afinal nossas famílias se conheciam e eram muito amigas. Contudo, queríamos dar a chance do outro conhecer outras pessoas. Porque sabíamos que no fim das contas nós nos reencontraríamos e veríamos que mesmo o nosso amor sofrendo tanto, perdurou e nunca deixou de existir. Então, terminamos.
É triste ver que um dia eu já fui tão feliz e hoje não sou mais. Ver que por mais que eu o ame e por mais que ele me ame não posso me dar para ele. É realmente muito triste.
“E como se eu ainda o tivesse ao meu lado, como se ainda pertencêssemos um ao outro, olho para o céu todas as noites e vejo que as estrelas brilham tanto quanto o nosso amor brilhou e o tanto que ele ainda brilha, porque é no outro que pensamos todas as noites, quando estamos prestes a sonhar.”
Ele ficou um tempão lá. Não deixou, de modo algum, que a distância nos separasse, como prometido. Falávamo-nos todos os dias, com hora marcada, afinal eram sete horas de diferença de fuso. E o tempo passou, ele continuou lá. Depois de certo tempo ele disse que ia vir passar as férias aqui. Eram as férias de final de série, que lá eram no meio do ano. Seriam dois meses. E eu estava ansiosa para que ele chegasse. Como se já não bastasse a notícia de ele vir, ele me disse também que queria falar alguma coisa comigo. Alguma coisa importante.
Foi um sofrimento. Eu ansiosa pra ele chegar e com medo do que ele queria falar. Então ele veio. E ele falou comigo. E foi uma coisa meio que inesperada. Ele me pediu em namoro. Nós já sabíamos que só duraria dois meses. Mas mesmo assim, meu coração pedia por aquilo. Era como se fosse atração magnética. E eu, é claro, aceitei.
Foram dois meses incríveis. Com direito a piquenique no final da tarde e deitar no telhado para ver as estrelas a noite. Parecia coisa de filme. Foi mais que bom. Chegamos até a gravar nossas iniciais numa árvore. Porém, os dois meses passaram. Nós já sabíamos que isso ia chegar. E finalmente, inacreditavelmente, dolorosamente, esse dia chegou. Conclusão? Não conseguimos terminar. E assim foi.
Namoramos a distância mesmo. Amávamo-nos cada dia mais intensamente, mais profundamente. É, eu sei que era uma loucura. Mas era a nossa loucura. Nada mais importava. Somente um ao outro. Ficamos um ano e meio com essa loucura. Viajamos juntos, estávamos sempre juntos quando podíamos, afinal nossas famílias se conheciam e eram muito amigas. Contudo, queríamos dar a chance do outro conhecer outras pessoas. Porque sabíamos que no fim das contas nós nos reencontraríamos e veríamos que mesmo o nosso amor sofrendo tanto, perdurou e nunca deixou de existir. Então, terminamos.
É triste ver que um dia eu já fui tão feliz e hoje não sou mais. Ver que por mais que eu o ame e por mais que ele me ame não posso me dar para ele. É realmente muito triste.
“E como se eu ainda o tivesse ao meu lado, como se ainda pertencêssemos um ao outro, olho para o céu todas as noites e vejo que as estrelas brilham tanto quanto o nosso amor brilhou e o tanto que ele ainda brilha, porque é no outro que pensamos todas as noites, quando estamos prestes a sonhar.”
Narrativa baseada na história de Ana Biatriz Queiroz
Por John Carvalho
Por John Carvalho

que final triste ><
ResponderExcluirNé não?
ResponderExcluir=/
A Bia deve ter se derramado em lágrimas =/
ResponderExcluirEla falou que chorou quando leu a primeira parte. Essa eu não sei.
ResponderExcluirMas ela falou que tá com muita vergonha.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBIA
ResponderExcluirA UNICA COISA QUE EU POSSO TE DIZER É:O QUE TIVER QUE SER;SERÁ.O MUNDO DA MUITAS VOLTAS E NAS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ,UM DIA VOCÊS PODERAM SE REENCONTRAR E REVIVER ESSE AMOR,TALVEZ PARA SEMPRE." O QUE TVER QUE SER:SERÁ "